Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1 Pop & Arte.
A trajetória do Brasil em Copas do Mundo foi marcada por canções variadas, desde marchinhas como “A Taça do Mundo é Nossa” (1958/62) até a ufanista “Pra Frente Brasil” (1970). Curiosamente, as principais músicas dos primeiros títulos foram compostas por publicitários.
Com o tempo, a trilha sonora migrou para vinhetas de TV, como as de 1990 e 1994, e sucessos do mercado fonográfico, a exemplo de “A Festa”, de Ivete Sangalo, no pentacampeonato de 2002. Houve ainda tentativas de jogadores, como o lateral Júnior, que lançou “Povo Feliz” para a Copa de 1982.
Apesar dos sucessos, o Brasil nunca consolidou uma música genuína de arquibancada, contrastando com a Argentina. Os rivais sul-americanos utilizam canções populares nos estádios para intimidar adversários e celebrar, prática que se tornou icônica em competições recentes, como em 2014, 2018 e 2022.
Para a Copa de 2026, mais de 30 torcidas organizadas viajarão aos EUA em parceria com o Movimento Verde-Amarelo. O desafio será emplacar a canção “Brasil Ole, Ole, Ole”, que, embora seja a aposta atual, ainda não conquistou a memória coletiva do público como slogans anteriores.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...