Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Um relatório da CrowdStrike revela que os serviços financeiros foram o quarto setor mais visado por ataques online no último ano, com um aumento de 43% nas invasões conduzidas por humanos em 2025. O levantamento destaca a rapidez das ações criminosas, com um tempo médio de quebra de segurança de 29 minutos, chegando a casos extremos de apenas 27 segundos.
O Brasil ocupa uma posição central nesse cenário devido à sua intensa digitalização financeira e ao alto volume de transações. Segundo Jeferson Propheta, vice-presidente da CrowdStrike para a América do Sul, a conectividade de bancos tradicionais, fintechs e varejistas que operam bancos digitais amplia a superfície de ataque, tornando o país um alvo altamente atraente.
O estudo aponta que 25% das intrusões são atribuídas a atores patrocinados por estados. Enquanto a China foca na coleta de informações estratégicas e contratos governamentais, a Coreia do Norte utiliza o meio cibernético para financiar seu regime, tendo roubado mais de 2 bilhões de dólares em criptoativos no último ano.
A inteligência artificial (IA) é apontada como um fator de risco, pois reduz a barreira técnica para grupos menos sofisticados e pode expor dados corporativos sensíveis. Para combater essas ameaças, a CrowdStrike defende que as empresas adotem a própria IA como ferramenta de defesa para operar com a mesma dinâmica dos atacantes.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...