Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) definiram seus palanques nos oito maiores colégios eleitorais do Brasil, que somam mais de 100 milhões de eleitores e representam quase 70% do total nacional. Enquanto Lula busca crescer no Sudeste, Flávio tenta diminuir a vantagem histórica do petista no Nordeste, estratégia que incluiu a escolha do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) como vice.
No Sudeste, a disputa em São Paulo coloca Fernando Haddad (PT) contra Tarcísio de Freitas (Republicanos). Em Minas Gerais, ambos os candidatos enfrentam cenários fragmentados, com o PT lançando Patrus Ananias e o PL oficializando Flávio Roscoe. No Rio de Janeiro, Flávio viu alianças derreterem devido a investigações da Polícia Federal, favorecendo o palanque de Lula, que conta com o apoio de Eduardo Paes.
No Nordeste, a dinâmica é diversificada: na Bahia, Lula mantém a base governamental apesar de investigações locais; em Pernambuco, apoia João Campos, enquanto a governadora Raquel Lyra adotou a neutralidade. No Ceará, a aliança de Flávio com Ciro Gomes gerou conflitos internos no PL, incluindo críticas públicas de Michelle Bolsonaro.
Na região Sul, Flávio Bolsonaro foca na pauta da Operação Lava Jato no Paraná, com o apoio de Sergio Moro e Deltan Dallagnol. Já no Rio Grande do Sul, o senador consolidou o apoio de partidos como PP, Novo e Republicanos com Luciano Zucco, enquanto Lula aposta em Juliana Brizola para liderar seu palanque no estado.
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