Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Um estudo de Fase 3, denominado CROWN, revelou que 55% dos pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) ALK-positivo permanecem vivos e sem progressão da doença após sete anos de tratamento com o medicamento Lorbrena, da Pfizer. Em contrapartida, apenas 3% dos pacientes tratados com Xalkori apresentaram o mesmo resultado no período.
Os dados, apresentados no ASCO 2026 e publicados na revista Annals of Oncology, indicam uma redução de 81% no risco de progressão da doença ou morte. Além disso, a terapia demonstrou alta eficácia no controle de metástases cerebrais, com uma taxa de prevenção e controle de 94% após os primeiros 30 meses de uso.
Quanto à segurança, os perfis de tolerabilidade foram consistentes com estudos anteriores. Embora eventos adversos de graus três e quatro tenham ocorrido em 77% dos pacientes com Lorbrena, a taxa de descontinuação permanente do tratamento por efeitos colaterais foi de 5%, comparada a 6% no grupo do Xalkori.
No Brasil, o Lorbrena foi aprovado pela Anvisa em 2020, expandindo sua indicação para primeira linha de tratamento em 2021 e sendo incorporado ao rol de cobertura obrigatória dos planos de saúde em 2022.
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