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Sol Sertão Online
Colunista
Em um gesto de resistência e mobilização popular, o governo iraniano convocou sua população a formar correntes humanas ao redor de usinas de energia do país. A iniciativa surge em meio a renovadas ameaças de ataque por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estabeleceu um ultimato para o Irã reabrir o Estreito de Ormuz.
A convocação, veiculada pela televisão estatal, chamou especificamente jovens, atletas, artistas, estudantes e professores a participarem da ação. Essa estratégia de defesa por meio de correntes humanas já foi utilizada anteriormente pelo Irã em momentos de alta tensão com o Ocidente, especialmente em relação às instalações nucleares.
A ameaça de Trump contra usinas de energia e pontes iranianas foi feita inicialmente no domingo, com um prazo de 48 horas. Nesta terça-feira, o presidente americano reiterou a ameaça, afirmando em suas redes sociais que "uma civilização inteira morrerá nesta noite". A data limite para o fim do ultimato de Trump coincide com um dia considerado decisivo para o conflito.
As negociações para um cessar-fogo permanecem em impasse, com o Irã e os Estados Unidos rejeitando um plano de paz apresentado pelo Paquistão. Em declaração anterior, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que milhões de iranianos estão "prontos para se sacrificar" pelo país. Essa declaração, que se refere a cerca de 14 milhões de voluntários que responderam a campanhas governamentais, sinaliza a postura de intransigência do regime diante das pressões externas.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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