Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O árbitro da Somália, Omar Artan, teve sua entrada nos Estados Unidos negada pelo governo de Donald Trump, impossibilitando sua atuação na Copa do Mundo de futebol. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (8) por Ciise Aden Abshir, assessor do Ministério da Juventude e Esportes somali.
Embora Artan possuísse um visto válido, os motivos da expulsão ainda não foram esclarecidos. A Somália integra a lista de países cujos cidadãos enfrentam restrições de viagem impostas pela administração americana.
Aos 34 anos e no quadro da Fifa desde 2018, Artan seria o primeiro árbitro somali a atuar em uma Copa do Mundo. O profissional, que atua na liga da Somália, foi eleito o Árbitro do Ano pela Confederação Africana de Futebol (CAF) em 2025.
Até o momento, o governo dos Estados Unidos não se manifestou publicamente sobre o caso. Recentemente, o presidente Donald Trump criticou a Somália e manifestou a intenção de encerrar o status especial que protege cidadãos do país contra a deportação.
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