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Sol Sertão Online
Colunista
As tensões entre os Estados Unidos e o Irã atingiram um novo patamar de criticidade, marcadas por contradições sobre a capacidade militar de Teerã e o reforço massivo de tropas americanas na região do Oriente Médio.
O governo iraniano negou veementemente as afirmações de que sua Marinha e Força Aérea teriam sido aniquiladas por ataques coordenados entre EUA e Israel. O comandante do Exército iraniano, Amir Hatami, afirmou em pronunciamento oficial que a frota do país permanece firme. Em contrapartida, o secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, sustentou que a Marinha iraniana foi completamente destruída e confirmou a manutenção do bloqueio militar no Estreito de Ormuz, medida em vigor desde a última segunda-feira (13).
Enquanto o Comando Central dos EUA (Centcom) relata ter impedido a passagem de dez navios iranianos, Teerã afirma que duas de suas embarcações conseguiram furar o cerco marítimo e atravessar o estreito.
Como forma de pressionar Teerã antes de eventuais novas rodadas de negociações, a administração Trump ordenou o envio de mais de 10 mil militares para o Oriente Médio. O contingente adicional inclui cerca de 6 mil soldados a bordo do porta-aviões USS George H.W. Bush e 4.200 fuzileiros navais da 11ª Unidade Expedicionária. Com a manobra, o efetivo americano envolvido no conflito deve somar aproximadamente 60 mil soldados.
Apesar da escalada militar, a Casa Branca manifestou otimismo quanto à possibilidade de um acordo de paz. Após o fracasso das conversas realizadas em Islamabad, no Paquistão, estuda-se a viabilidade de um novo encontro diplomático. Paralelamente, o Irã reafirmou seu direito ao uso pacífico da energia nuclear, embora o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, tenha sinalizado que a porcentagem de enriquecimento do material é um ponto negociável.
Questionado sobre o estado de saúde de Motjaba Khamenei, líder supremo do Irã, o secretário Pete Hegseth afirmou acreditar que ele esteja ferido, porém vivo. A declaração surge após relatos anteriores sugerirem que a liderança iraniana estaria escondida em um bunker e desfigurada.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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