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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Os Estados Unidos deportaram uma ativista pró-democracia iraniana para a República Centro-Africana, conforme confirmado por sua advogada, Emily Trostle, nesta sexta-feira (12). A ação ocorre após o Fundo de Defesa Jurídica Irano-Americano (IALDF) alertar que três mulheres iranianas, incluindo uma convertida ao cristianismo e todas fugindo de perseguições, corriam risco de deportação.
A ONG acredita que o transporte da ativista tenha sido realizado via Accra, capital de Gana, com destino final a Bangui. A advogada do grupo não descartou a possibilidade de que as outras duas mulheres enfrentem o mesmo destino.
A medida é fundamentada em acordos firmados pelo governo Trump com Gana e a República Centro-Africana para a recepção de deportados de diversas nacionalidades. Washington utiliza esses tratados para remover indivíduos que, por proteções legais na justiça americana, não podem ser repatriados para seus países de origem.
Embora o Departamento de Segurança Interna dos EUA assegure que todos os deportados recebem o devido processo legal, grupos de direitos humanos contestam a transparência dos acordos e afirmam que muitos dos deportados acabam sendo repatriados à força.
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