
Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
Uma crise institucional foi instaurada entre o gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e a cúpula da Polícia Federal (PF). O impasse, motivado por divergências no processo de fraudes no INSS, levou 27 superintendentes da corporação a divulgarem uma nota conjunta reafirmando o compromisso da instituição com a Constituição.
O conflito intensificou-se após o magistrado determinar que o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, fosse excluído do caso e perdesse o acesso a informações. Mendonça também ordenou a entrega imediata de todas as perícias transcritas e exigiu que qualquer alteração na equipe de investigação fosse comunicada previamente ao seu gabinete.
A investigação em questão envolve Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, apontado como suposto sócio oculto de Antônio Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". No início do ano, o STF determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do empresário para aprofundar as apurações.
Diante da tensão, a PF acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) para buscar medidas jurídicas, ação considerada inédita. Para tentar pacificar a relação, o advogado-geral da União, Jorge Messias, articulou encontros entre o ministro da Justiça, Wellington César, e André Mendonça, prevendo-se também uma futura reunião entre o magistrado e o chefe da PF.
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