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Sol Sertão Online
Colunista
A poucos meses do início oficial da campanha eleitoral, os pré-candidatos à Presidência da República já movimentam seus bastidores para definir as estratégias de comunicação e a imagem que pretendem projetar aos eleitores. Enquanto nomes consolidados buscam reduzir a rejeição, outros focam na expansão de sua popularidade em nível nacional.
Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a prioridade é mitigar o impacto das dívidas na renda dos brasileiros. O governo estuda o lançamento de um novo programa para pagamento de débitos, incluindo a possibilidade de liberação do FGTS para aliviar o endividamento da população.
No campo político, a estratégia do PT é relacionar a alta dos combustíveis a conflitos internacionais, especificamente a gestão de Donald Trump no Irã, vinculando a família Bolsonaro a essa proximidade. Além disso, o governo deve enfatizar a defesa da soberania nacional, utilizando exemplos como a consolidação do Pix como ferramenta de contraposição a críticas externas.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) trabalha para ampliar sua aceitação entre o eleitorado feminino. Uma das medidas cogitadas é a escolha de uma mulher para a vice-presidência, com nomes como Simone Marquetto, Clarissa Tércio e Teresa Cristina em análise. O pré-candidato também deve defender penas mais rigorosas para crimes de violência contra a mulher.
Na economia, Flávio busca se posicionar como um nome liberal, focando em responsabilidade fiscal e controle de gastos. Como gesto político para atrair outros partidos, o senador protocolou uma PEC que proíbe a reeleição para o cargo de presidente, o que impediria sua própria recondução caso fosse eleito.
O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pretende se apresentar como uma alternativa à polarização ideológica. Sua estratégia é unir a responsabilidade fiscal e a segurança pública — pautas da direita — com entregas na área da saúde e vacinação, típicas de agendas sociais.
Caiado conta com o forte apoio do agronegócio, setor essencial para sua viabilidade nacional. O maior desafio do pré-candidato, no entanto, é expandir seu reconhecimento para além das fronteiras de Goiás, utilizando sua experiência como gestor para se diferenciar dos demais adversários.
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), baseará seu discurso no combate à corrupção e ao fim dos privilégios públicos, com críticas diretas a benefícios indevidos e à atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Zema deve priorizar pautas liberais, como a privatização de estatais e a redução do número de ministérios para enxugar a máquina pública. Para ampliar sua base, o pré-candidato focará suas articulações nas regiões Sul e Sudeste, áreas com maior identificação com o pensamento de direita e forte presença do agronegócio.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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