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Ciência alerta: Socialização é tão vital para a saúde quanto dieta e exercícios
Saúde
O nosso cérebro nos recompensa liberando substâncias quando passamos tempo com outras pessoas — Foto: Getty Images

Ciência alerta: Socialização é tão vital para a saúde quanto dieta e exercícios

SS

Sol Sertão Online

Colunista

16 de abril de 2026
5 min de leitura

Manter vínculos sociais ativos pode ser tão determinante para a qualidade de vida quanto a prática regular de atividades físicas e a manutenção de uma alimentação equilibrada. Segundo o neurocientista Ben Rein, a interação humana ativa sistemas de recompensa no cérebro que promovem benefícios diretos à saúde mental e física.

A química do bem-estar

A conexão com outras pessoas estimula a liberação de um trio essencial de neurotransmissores: oxitocina, dopamina e serotonina. A oxitocina, frequentemente chamada de "hormônio do amor", desempenha um papel crucial na proteção do organismo, auxiliando na redução de inflamações, fortalecendo a função imunológica, auxiliando no crescimento ósseo e combatendo o estresse social.

Os perigos do isolamento

Por outro lado, a solidão extrema pode ser fatal. Evidências científicas indicam que o isolamento social eleva consideravelmente os riscos de ansiedade, depressão e suicídio. Mais grave ainda, estudos apontam que a ausência de contato humano pode aumentar em 32% o risco de morte por qualquer causa.

Esse processo ocorre porque o isolamento prolongado eleva os níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Esse estado crônico torna o corpo vulnerável a inflamações que podem lesionar tecidos saudáveis, aumentando a probabilidade de desenvolvimento de doenças cardíacas, diabetes e demência.

A armadilha do mundo digital

O neurocientista alerta que vivemos em um "mundo pós-interação", onde a automação — como caixas de autoatendimento e compras online — reduziu as oportunidades de contato face a face. Esse cenário foi agravado pelos lockdowns da pandemia de Covid-19, que condicionaram a população a esperar menos interações sociais.

Embora as redes sociais facilitem a comunicação, Rein as compara ao "fast food para o cérebro social": são convenientes e rápidas, mas não oferecem a satisfação biológica e a profundidade do contato real, podendo gerar riscos de depressão semelhantes ao isolamento total.

Como resgatar as conexões

Para combater a erosão dos vínculos, a recomendação é "elevar" a qualidade das interações sempre que possível. O caminho sugerido é a progressão: trocar mensagens de texto por ligações, ligações por videochamadas e, preferencialmente, buscar encontros presenciais.

O equilíbrio, no entanto, varia conforme a personalidade. Enquanto extrovertidos necessitam de interações frequentes para se manterem saudáveis, introvertidos requerem doses menores, mas ainda essenciais, de socialização. O ponto fundamental é compreender a necessidade individual e evitar a exclusão total do convívio social.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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