Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Cerca de 12,9 milhões de estudantes iniciaram, no último domingo (7), a edição de 2026 do gaokao, o rigoroso exame nacional de acesso ao ensino superior na China. O processo deste ano destaca-se pelo reforço na segurança, com a implementação de sistemas inteligentes de monitoramento e vigilância por vídeo para coibir fraudes e o uso de dispositivos eletrônicos.
Os dados do Ministério da Educação da China revelam uma queda de aproximadamente 450 mil candidatos em relação ao ano anterior, marcando o segundo ano consecutivo de redução nas inscrições. O declínio é atribuído à diminuição da população jovem e a uma migração de estudantes para cursos técnicos e profissionalizantes, que prometem inserção mais rápida no mercado.
O cenário reflete a crise econômica no país, com o desemprego entre jovens de 16 a 24 anos mantendo-se acima de 16%. Esse contexto tem provocado uma mudança gradual na mentalidade de famílias e alunos, que passam a priorizar o equilíbrio entre o desempenho acadêmico e a saúde emocional.
Estruturado no modelo "3+1+2", o exame combina disciplinas comuns — língua chinesa, matemática e língua estrangeira — com matérias eletivas de humanidades ou ciências da natureza. As notas obtidas definem a classificação dos candidatos e a distribuição de vagas nas universidades chinesas.
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