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Sol Sertão Online
Colunista
Camilly Victória, filha do cantor Xanddy e da dançarina Carla Perez, vem trilhando um caminho artístico diversificado, unindo o talento herdado dos pais a novas competências nos bastidores da indústria musical.
Aos 24 anos, a baiana já possui uma experiência internacional relevante. Aos 19 anos, enquanto residia nos Estados Unidos, lançou-se como cantora, gravando músicas em inglês e realizando shows, inclusive em apresentações ao lado do pai.
Atualmente, Camilly expandiu sua atuação para a produção musical, assumindo responsabilidades estratégicas nos projetos de Xanddy. Sua atuação mais recente ocorreu durante o Carnaval de Salvador deste ano, onde coordenou os bastidores do trio elétrico. A jovem também integrou a equipe de produção dos últimos desfiles do bloco infantil "Pipoca Doce", projeto de Carla Perez que encerrou seu ciclo na folia baiana após mais de 20 anos.
Com mais de um milhão de seguidores no Instagram, Camilly utiliza suas redes sociais para compartilhar não apenas seu trabalho, mas também reflexões profundas sobre a vida pessoal. Recentemente, a jovem debateu o conceito de "heterossexualidade compulsória", termo que descreve a pressão social imposta a mulheres para que se relacionem com homens.
Camilly ressaltou que a sexualidade é fluida e que o processo de autoconhecimento pode levar tempo, enfatizando que isso não invalida as experiências passadas. Sobre a reação de seus pais, a baiana destacou o apoio incondicional de Xanddy e Carla Perez, afirmando que a família nunca tratou sua orientação sexual como algo que precisasse de "aceitação", mas sim como algo natural.
Sobre sua vida amorosa, a produtora optou por não expor seu relacionamento atual, iniciado no ano passado. Camilly defende a preservação de sua intimidade para proteger o que considera importante e evitar a negatividade comum ao ambiente digital, mantendo seu perfil focado primordialmente em sua carreira.
A jovem também abordou a questão do assédio masculino, revelando que prefere frequentar eventos com público LGBT para garantir sua segurança e bem-estar. Com 1,80 m de altura, ela mencionou que sua presença física muitas vezes intimida alguns homens, mas reforçou a importância de saber se defender e de estar atenta ao redor em um mundo onde a segurança feminina é constantemente ameaçada.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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