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Início/Política
Arrecadação da 'Taxa das Blusinhas' cresce 21%, mas gera impasse político no Governo Federal
Política
Pacotes de roupas em uma fábrica da Shein em Guangzhou, província de Guangdong, China, em 1º de abril de 2025. — Foto: Reuters

Arrecadação da 'Taxa das Blusinhas' cresce 21%, mas gera impasse político no Governo Federal

SS

Sol Sertão Online

Colunista

17 de abril de 2026
5 min de leitura

O governo federal registrou uma arrecadação de R$ 1,28 bilhão entre janeiro e março deste ano com a cobrança de impostos sobre encomendas internacionais, a chamada "taxa das blusinhas". Segundo dados da Receita Federal, o valor representa um crescimento de 21,8% em comparação ao mesmo período de 2025, quando a cifra foi de R$ 1,05 bilhão.

Impactos Econômicos e Políticos

Embora a medida tenha impulsionado a receita federal, a taxação trouxe consequências negativas para os Correios e despertou preocupações na ala política do governo. A cobrança sobre compras de até US$ 50 foi aprovada pelo Congresso Nacional em junho de 2024, após intensos debates. Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a classificar a medida como "irracional", mas acabou sancionando a lei.

A implementação do imposto foi uma demanda central da indústria nacional para garantir a isonomia competitiva frente ao comércio exterior. À época, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a medida afirmando que não haveria repasse de custos aos consumidores.

Divisão sobre a Revogação

Com a proximidade das eleições, surgiu um novo debate sobre a possibilidade de revogar a taxa. O ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, manifestou-se favoravelmente ao fim da cobrança.

No entanto, a proposta enfrenta forte resistência. Os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic) são contrários à revogação. Geraldo Alckmin também defendeu a manutenção do imposto, negando que haja uma decisão governamental para extingui-lo. Em paralelo, 67 associações de empresários e trabalhadores enviaram um ofício ao presidente Lula protestando contra a possível suspensão da taxa, classificando a movimentação como eleitoreira.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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