%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2025%2FW%2FZ%2FfEp7ieRX66wBzMNIbAmw%2Fgabriel-magachodivulgacao-cazm.jpg&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Latam Brasil reduziu sua oferta de voos em junho e prevê um novo corte de cerca de 3% em julho. Segundo o presidente-executivo Jerome Cadier, a medida é motivada pelo aumento dos custos com combustível, impulsionado pela guerra no Irã, com tendência de manutenção dos ajustes ao longo do terceiro trimestre.
A Azul também intensificou a redução de voos para preservar o caixa diante da alta dos preços do combustível de aviação. A companhia busca alinhar sua capacidade à demanda atual, seguindo a tendência de outras grandes empresas do setor em um cenário de incertezas.
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), o querosene de aviação representa cerca de 45% do custo operacional das companhias. Embora o governo tenha renovado subsídios e a Petrobras tenha reduzido o preço médio do combustível em 14,2% no início de junho, a pressão financeira persiste.
O cenário é global: empresas na Ásia e na Europa, como SAS, Air France-KLM e Lufthansa, já implementaram reajustes tarifários e cancelamentos de voos. Nos Estados Unidos, os gastos com combustível saltaram 78% em abril em relação ao ano anterior, atingindo quase US$ 6,5 bilhões.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...